psd apoia eduardo paes no 2 turno das eleições 2020

Eduardo Paes, do DEM (ao centro da imagem), entre o deputado federal Hugo Leal e o delegado Fernando Veloso (ambos do PSD) - Gabriel Sabóia/UOL

Na reta final do segundo turno para a prefeitura do Rio, Eduardo Paes (DEM) comemorou a formalização do apoio do PSD fluminense à sua candidatura, na tarde de hoje. A parceria com o partido é considerada “inusitada” na capital fluminense, já que a legenda teve o delegado Fernando Veloso como vice-candidato na chapa encabeçada por Luiz Lima (PSL) nessas eleições. A afinidade de Lima com os ideais defendidos pela família Bolsonaro e a defesa das pautas relacionadas à segurança pública feitas por Veloso indicavam uma simpatia com Crivella, que é apoiado pelo chefe do Executivo. Apesar disso, Paes — que tem evitado nacionalizar a campanha ou associar o seu nome a figuras de Brasília —… – Veja mais em https://noticias.uol.com.br/eleicoes/2020/11/23/paes-apoio-bolsonaristas-comemora-apoio-psol-unica-opcao.htm?cmpid=copiaecola

Policiais militares denunciam cobrança de taxa em alojamento no batalhão de Copacabana

Comunicado foi fixado dentro do batalhão
Rio – Policiais do 19º BPM (Copacabana) denunciaram ao DIA a cobrança de uma taxa indevida de R$ 20 reais mensais para que tenham acesso ao alojamento do batalhão. De acordo com a denúncia, quem paga a mensalidade tem direito a um ambiente com ar condicionado, televisão e cama. Quem não paga, é obrigado a dormir em colchões no chão, em um local sem janela, ventilador e extintor. A medida, que teria sido autorizada pelo major responsável pela logística da unidade – configura crime militar previsto no Código Penal da corporação, conforme apurou a reportagem. Procurada, a PM negou que o comando do batalhão tinha ciência do fato.

Segundo o advogado Fabio Tobias, especialista em direito militar, a cobrança de taxa de manutenção de alojamento é absurda. “Em hipótese alguma essa cobrança pode acontecer. A lei 443/81 é o estatuto militar, que garante ao policial alojamento para que ele possa pernoitar e em nenhum momento a lei fala de contrapartida para isso. Tal cobrança configura crime militar previsto no artigo 324 do Código Penal Militar, por inobservância das prerrogativas dos policiais militares, previstas no artigo 48 do estatuto”.

Examinando: O dinheiro vai acabar?

Grandes esteiras com milhares de cédulas de dinheiro impressas por hora, com papéis especiais, cobre e aço e nada menos do que 17 tintas diferentes. A cena poderia até ser confundida com um episódio da série La Casa de Papel, mas é apenas um dia comum na Casa da Moeda. Nesse caso, a brasileira mesmo. A fábrica, que fica no Rio de Janeiro, pode produzir até 3 bilhões de cédulas e 4 bilhões de moedas por ano. Isso sem falar nos outros produtos fabricados por lá, como passaportes e selos.
Mas será que ainda é preciso imprimir tanto dinheiro? Com a modernização e os avanços da tecnologia, boa parte das pessoas já utiliza outros meios de pagamento. Sejam os cartões de débito, de crédito e pré-pagos ou novidades mais recentes, os meios de pagamentos digitais.
A Casa da Moeda do Brasil sentiu os efeitos de todas as mudanças nos hábitos de consumo. Tanto que ela chegou a perder por um tempo o monopólio de fabricação do real, e ainda pode ser privatizada. Na contramão, surge uma outra discussão: qual é o futuro do dinheiro? No Examinando de hoje nós vamos te mostrar o avanço dos novos meios de pagamento e analisar se o dinheiro em papel pode ou não acabar um dia.

Participe de evento gratuito sobre o futuro do dinheiro
Qualquer pessoa que for na Casa da Moeda, precisa passar por um rígido procedimento de revista. Mesmo com todo esse sistema de segurança, a instituição pública criada no país em 1694 por Dom Pedro Segundo, está em perigo.
Mas a maior ameaça não são os assaltantes. Em 2019, a Casa da Moeda registrou o terceiro ano seguido de prejuízo. O governo também editou em novembro de 2019 uma norma que retirava a exclusividade do órgão na produção do real. Mas como era uma medida provisória, ela precisava da aprovação do Congresso, o que não aconteceu. No fim, a MP perdeu a validade. Mas além disso, a Casa da Moeda também está na lista das empresas que o governo pretende privatizar, ou seja, vender para a iniciativa privada.
Já deu para perceber que a “casa do dinheiro”, apesar de fabricar, no fim não dá muito dinheiro. Mas será que todo esse prejuízo significa que o dinheiro vai acabar e que ninguém nunca mais vai usar uma cédula? Claro que não dá pra ser tão exagerado e supor que o papel moeda vai sumir de uma hora para a outra. Mas também não dá pra negar que há um tempo as empresas vêm desenvolvendo, e as pessoas usando, outras formas de pagar as coisas. Portanto, no meio de tanta inovação, não dá para descartar um cenário onde a economia funciona de maneira totalmente digital.
Vai dizer que você nunca usou um cartão pra fazer uma compra pessoalmente ou na internet? Ou que você nunca usou o aplicativo do banco para pagar algo? Ou experimentou um aplicativo de carteira digital para pagamento? Muito provavelmente você já fez alguma dessas coisas. Há algumas décadas, era comum ouvir das pessoas que em futuro muito tecnológico e superdesenvolvido, não se usaria mais dinheiro em papel. Existiria um cartão de plástico que ia servir para comprar tudo o que você quisesse. E pudesse pagar, claro. Se você pensar bem, até que é uma ideia bem maluca mesmo. E agora você deve estar se perguntando como alguém poderia achar um cartão, que hoje usamos quase todos os dias, algo tão revolucionário e desenvolvido. Mas a verdade é que esse integrante da sua carteira não é tão velho assim. Ele foi criado há exatamente 100 anos, mas começou a ser usado mesmo apenas na década de 50. Ou seja, quase ontem.
Mas ainda há outra questão: o custo de produzir dinheiro. No caso do Brasil, a maioria das moedas custa mais para serem feitas do que seu valor real. Para fazer uma moeda de 5 centavos, o custo é de 30 centavos. A moeda de 10 sai por 40 centavos cada unidade. E a de 25, custa 49 centavos. Mas se fazer dinheiro é mais caro do que ter aquele dinheiro, porque ele é produzido? Acontece que a produção das outras moedas e das cédulas compensam esse prejuízo.
Mas apesar de a conta fechar no final, as moedas feitas de aço e de cobre, bem como o papel-moeda, também já estão sendo substituídas por uma versão digital, as chamadas moedas digitais de bancos centrais, ou CBDCs, na sigla em inglês. Elas surgiram a partir da tecnologia criada pelas criptomoedas.. Você já deve ter ouvido falar no Bitcoin. Embora ele seja o mais conhecido, existem várias outras criptomoedas. Na realidade, muitas delas são muito mais que moedas. Até por isso, a nomenclatura mais indicada é criptoativos, dado que eles possuem características diferentes de qualquer outra superclasse utilizada como mecanismo de preservação de valor no tempo.
Mas então qual é a diferença? 
A principal delas é, sem sombra de dúvidas, a descentralização, que significa que essas moedas não precisam de um banco central ou do Estado para serem regulamentadas e sequer precisam do aval do governo para funcionarem. Com isso, as suas oscilações de preço ocorrem de acordo com a própria dinâmica de mercado por trás da moeda e não por uma interferência estatal, por exemplo.
Mais do que isso, quando você tira do Estado o monopólio sobre o dinheiro, você elimina a existência de fronteiras geográficas e isso faz com que o capital possa circular livremente pelo mundo.
Outra questão importante é o pseudo-anonimato. Algumas transações com criptomoedas não exigem nenhum tipo de informação pessoal para acontecerem, especialmente se o usuário opta pelas transações de pessoa para pessoa. Mas essa questão geralmente é endereçada por meio das corretoras, que são plataformas de negociação desse tipo de ativo e já seguem, em sua maioria, as melhores práticas de conformidade com reguladores de todo o mundo. Vale destacar que, atualmente, a maioria das movimentações com criptoativos é feita por meio desse canal.
Mais do que isso, já existem empresas especializadas em rastreamento de transações, como a Elliptic e a Chainalysis, que auxiliam as autoridades com a ciência forense por trás das movimentações financeiras nas redes de criptoativos.
Por fim, uma parcela importante desse tipo de ativo possibilitam a criação dos chamados smart contracts ou contratos inteligentes. Com eles, é possível dar uma sequência de instruções para o seu dinheiro seguir. Isso cria um número inimaginável de novos modelos de negócios.
Falando em novos modelos de negócio, o Banco Central do Brasil também está fazendo sua parte na inovação dos meios de pagamento. Surgindo como uma alternativa às transferência via DOC e TED, temos o PIX, um novo arranjo de pagamentos com transferências instantâneas que funcionará 24 horas por dia, sete dias por semana. Vale notar que ele representa o primeiro passo na direção da substituição do papel moeda pelo real digital, a CBDC brasileira, que, segundo Roberto Campos Neto, atual presidente do banco central, deverá estar em circulação já em 2022.
Aproveitando a deixa, quero convidar você para o evento que vamos fazer aqui na Exame, o Future of Money, que lançará uma editoria de mesmo nome. A ideia é fazermos o maior evento da América Latina abordando o tema, com os maiores especialistas do Brasil e do mundo debatendo os mais diversos tópicos ligados ao futuro do dinheiro, como PIX, blockchain, open banking, criptoativos e LGPD muitos outros. Serão oito semanas de painéis, começando no dia 15 de outubro. Então, não deixe de se inscrever.
Olhando em retrospecto, a evolução dos meios de pagamentos foi rápida. Logo que surgiram as compras pela internet e os pagamentos precisaram ser não só digitais, mas também online. Além das maquininhas de cartões, ferramentas para pagar em e-commerces começaram a surgir. E empresas donas de aplicativos como Mercado Pago, PayPal, PagSeguro e PicPay ganharam força e hoje registram bons resultados.
Ainda tem também os pagamentos feitos apenas por aproximação do celular, por meio de aplicativos como o samsung pay ou apple pay. Mais recentemente ainda surgiu mais um forma de pagamento, o WhatsApp. O aplicativo anunciou que os usuários poderiam fazer transferências entre si para pagar produtos ou serviços. A ferramenta ainda não foi liberada pelo Banco Central, mas é uma das opções promissoras e um dos potenciais concorrentes dos superapps chineses Alipay e Wechatpay.
Um estudo feito no final do ano passado mostra que seis em cada dez brasileiros das classes A, B e C utilizam meios digitais de pagamentos. E que quase 74% das pessoas no país disseram ter cartões de crédito e de débito. Os dados estão em uma pesquisa chamada “Como fintechs e bancos podem democratizar os serviços financeiros na América Latina”. O levantamento ainda mostrou que o Brasil é o país sul-americano que mais usa os meios digitais de pagamentos.
A troca do papel-moeda e dos cartões pelos meios digitais já vinha acontecendo em vários países, cada um em seu ritmo. Mas existe o consenso entre as empresas do setor financeiro e os próprios consumidores de que a pandemia apressou essa transição. Com a quarentena adotada em diversas partes do mundo, as compras presenciais tiveram uma forte queda.
Mas especialistas acreditam que mesmo quando a rotina voltar a algum tipo de normalidade, as formas de pagamento por aproximação (aquela que usa o próprio chip do cartão ou até mesmo o celular) terão um crescimento explosivo. Manusear cédulas, inserir cartões em maquininhas e digitar a senha ou ir ao caixa eletrônico são grandes oportunidades de contágio para um vírus. E isso é algo que ninguém quer, principalmente logo após uma pandemia.
A combinação do desenvolvimento tecnológico dos últimos anos e os meses de quarentena, dão um impulso para os pagamentos digitais. Os novos meios devem crescer ainda mais nos próximos anos. Isso significa que o dinheiro em papel vai acabar pra sempre? Muito provavelmente não. Especialmente porque a adoção de pagamentos totalmente digitais coloca às margens do sistema financeiro pessoas que não tem acesso a um smartphone ou a um computador, como as classes menos privilegiadas. Mas a tendência é que o uso das cédulas continue diminuindo. Até porque, produzir dinheiro, custa dinheiro.

Quem são os bilionários e CEOs que apoiam Donald Trump e Joe Biden

trump - biden
As eleições nos Estados Unidos estão reta final, e a disputa entre o candidato republicano Donald Trump e o democrata Joe Biden está acirrada. O pleito promete ser um dos mais disputados e controversos da história recente.

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Mas e os empresários, executivos e bilionários? Qual dos dois candidatos eles preferem? Historicamente, o empresariado costuma apoiar candidatos republicanos. Uma pesquisa publicada no ano passado pelo National Bureau of Economic Research mostrou que 57,7% dos CEOs de grandes empresas faziam doações para o Partido Republicano, enquanto apenas 18,6% doavam para o Partido Democrata.
No entanto, esta promete ser a eleição mais controversa da história recente, e com isso a disputa está mais acirrada também entre os empresários. Veja a seguir quem são os bilionários, empresários e CEOs que apoiam cada um dos candidatos a presidente dos Estados Unidos:

Apoiadores de Joe Biden
O democrata Joe Biden tem entre seus apoiadores principalmente nomes ligados às grandes empresas de tecnologia baseadas no Vale do Silício, como Netflix, Facebook, Twitter e eBay, de acordo com compilação feita pelo Yahoo! Finance.
Dentre eles estão Reed Hastings, fundador e CEO da Netflix, Dustin Moskovitz, co-fundador do Facebook, Jeff Skoll, ex-presidente do site de compras eBay e Evan Williams, co-fundador do Twitter. As esposas de fundadores também aparecem em peso. Estão na lista Michelle Yee, mulher do fundador do Linkedin, Reid Hoffman, Nicole Systrom, mulher de Kevin Systrom, co-fundador do Instagram, e Nicole Shanahan, mulher de Sergey Brin, co-fundador do Google.
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Aparecem também dentre os doadores da campanha de Biden nomes mais conhecidos do metiê progressista norte-americano, como o do bilionário investidor George Soros, historicamente odiado pela direita, a empresária bilionária Penny Pritzker, que foi secretária do comércio dos Estados Unidos entre 2013 e 2017, na administração Obama, e o cineasta Steven Spielberg.
James Murdoch, filho do bilionário de mídia, Rupert Murdoch, também contribuiu com os democratas, assim como Gary and Laura Lauder, da família fundadora da marca de cosméticos Estée Lauder, e Jacqueline Mars, herdeira da marca de doces Mars.

 (EXAME Research/Exame/Exame Hoje)
Apoiadores de Donald Trump
Já o candidato republicano Donald Trump conta com o apoio de Stephen Schwarzman, empresário e investidor, CEO da empresa de private equity Blackstone Group, de Timothy Mellon, empresário e herdeiro da família Mellon, que atua no setor financeiro, e do magnata do setor imobiliário e jogador de polo Geoffrey Palmer.
O candidato também conta com o apoio do bilionário Isaac Perlmutter, ex-CEO da empresa de entretenimento Marvel, e do CEO da empresa de tecnologia Oracle, Safra Catz, segundo a Reuters.
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O bilionário Charles Schwab, fundador da corretora Charles Schwab Corporation também apoia o republicano, assim como Paul Singer, investidor ativista, conhecido como um dos principais apoiadores do Partido Republicano. Trump conta ainda com o apoio de Jeffrey Sprecher, presidente do conselho de administração da NYSE, a bolsa de valores de Nova York, e de Robert Wood Johnson IV, herdeiro da fortuna da Johnson & Johnson, de acordo com a Forbes e a NPR.

DELEGADO FERNANDO VELOSO CANDIDATO A VICE PREFEITO NA CHAPA COM LUIZ LIMA 17

Quem é o Delegado Fernando Veloso?
Formado em Direito, é Delegado da Polícia Civil do Rio desde 2001, órgão que chefiou entre 2014 e 2016. Sua atuação foi reconhecida com condecorações e convites para diversos eventos internacionais nesse segmento, além de atuar como consultor de segurança pública em institutos de pesquisa na área.
O carioca está atento! E uma forma de escolher seus representantes é analisar a chapa
como um todo, prefeito e vice. A chapa encabeçada por Luiz Lima tem o melhor candidato a prefeito e também o melhor candidato a vice, na figura do Delegado Fernando Veloso. Com seu trabalho competente e ético, Veloso virou sinônimo de credibilidade em segurança pública, um dos temas mais importantes para a nossa cidade.
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